João Ribeiro - Rainha

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João Ribeiro - O príncipe

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João Ribeiro - Príncipe encantado

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Biografia em baixo

João Ribeiro

"As suas pinturas inscrevem-se num horizonte explosivo em que todos os elementos, recolhidos num universo muito próprio, ficam sujeitos a uma metamorfose; símbolos que assumem uma outra dimensão, um outro sentido, uma outra significação", sustenta o crítico de arte Nuno Crespo, a propósito do trabalho de João Ribeiro, no catálogo sobre a exposição.

Segundo o artista, nas abordagens que faz aos temas, neste caso, a alquimia, manipula as imagens, retirando-as dos seus contextos iniciais para "o domínio de quem olha depois".

"Foi o que tentei com os símbolos da alquimia. Não pretendi ilustrar, apenas tratar as imagens", revela.

José Manuel Anes, perito em simbologia, defende, também no catálogo, que "João Ribeiro atinge, através desta série de trabalhos artísticos, uma dimensão sagrada evidente e impressionante".

João Ribeiro nasceu em Lisboa em 1955, sendo licenciado em pintura pela Escola Superior de Belas-Artes da capital.

A sua obra valeu-lhe o prémio de pintura "Espírito Santo Esteves", na II Bienal de Chaves, e está representada em coleções como a da Caixa Geral de Depósitos, CTT, Museu de Arte e Pintura Diogo Gonçalves, em Portimão, Ministério da Justiça e em diversas coleções portuguesas e estrangeiras.

João Ribeiro nasceu em Lisboa em 1955. É licenciado em pintura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa.

As suas pinturas inscrevem-se num horizonte explosivo em que todos os elementos, recolhidos num universo muito próprio, ficam sujeitos a uma metamorfose; símbolos que assumem uma outra dimensão, um outro sentido, uma outra significação", sustenta o crítico de arte Nuno Crespo, a propósito do trabalho de João Ribeiro. Segundo o artista, nas abordagens que faz aos temas, manipula as imagens, retirando-as dos seus contextos iniciais para "o domínio de quem olha depois". José Manuel Anes, perito em simbologia, sustenta que "João Ribeiro atinge, através desta série de trabalhos artísticos, uma dimensão sagrada evidente e impressionante". Joaquim Saial idêntica três fases no trajeto do pintor: "a primeira, iniciada em 1985, de cariz abstracionista. A segunda, na sequência da estadia do pintor na Bélgica, é caracterizada pela aparição de anjos, ícones e figuras alegóricas. A terceira, que mantém até à atualidade, prima pelo aprofundamento da técnica do desenho ao mesmo tempo que o cariz simbólico das obras aumenta."